sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Não sei que título dar a este post!

Já pensei em chamar-lhe "austeridade na minha casa", "austeridade alimentar", "mudanças no plano alimentar" e mais umas quantas coisas, mas não me consigo decidir!

A ideia é simples e já é praticada por milhares de pessoas, pelas mais diversas razões; cá por casa ainda não tinha sido implementada, mas vai ser a partir de hoje:

O jantar para os adultos vai passar a ser sopa e fruta - ou seja, 2º prato só para os filhotes; e porquê:

- Bem ou mal, são menos duas bocas a comer carne ou peixe numa refeição diária, logo, menos despesa nesses itens;

- Como quero perder peso, sempre são menos algumas calorias ingeridas;

- O maridito também aprova a medida;

- Menos trabalho a planear as refeições - planeio o almoço, e o que fizer faço logo a contar com o jantar dos miúdos.

- E, claro, menos trabalho a fazer comida!


Acredito que existam mais vantagens, mas de momento só me lembro destas.

Bjinhos!!

10 comentários:

  1. Eu prefiro gastar mais e comer como deve ser... Ficaria cheia de fome e depois durante a noite só ia comer porcarias por estar esganada! eheh

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  2. Carne e peixa faz muita falta na alimentação. Optar por reduzir a quantidade, mas ingerir é importante!

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  3. Olá, Natacha! Eu e o meu marido decidimos fazer também isso! Estou com muito medo do que aí vem...

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  4. Cá em casa já se faz isso faz muito tempo...
    É mais saudável, não necessitamos de comer muito à noite, portanto a sopa é uma óptima alternativa e claro está, menos trabalho, menos comida....

    Beijocas

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  5. Não esmoreças, Natacha; se bem que essas medidas vêm pelas piores razões, não deixam ser ser refeições saudáveis. Assim como assim habituámo-nos a comer mais carne "e afins" do que aquilo que o nosso organismo precisa (de uma forma geral, não estou a falar de ti!) e já se sabe que em tempos de aperto qualquer mãe se organiza de modo a que não falte nada aos filhos. Enfim...Força!

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  6. Natacha

    Compreendo a angústia, mas cuidado com os cortes na alimentação. Não podemos ser tão radicais, além de que essa medida poderá funcionar a curso prazo.
    Eu pessoalmente dou prioridade à alimentação. É muito importante comermos bem, o que não significa comermos muito. Faz bem à saúde, principalmente à mente.
    Se sentimos que estamos a cortar na nossa alimentação, um bem tão essencial, vamos ficar doentes e isso vai prejudicar tudo o resto.
    Haverá com certeza outras coisas onde poderá cortar. Mas, claro, cada um é que sabe da sua vida. Eu apenas posso falar da minha experiência pessoal.
    Um beijinho e força!

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  7. Também poupas nos recursos como o gás e a eletricidade e ainda, na conta da água sempre é menos loiça que lavas! Por aqui vou fazer o mesmo. Eu aguento-me bem com uma sopa, o marido não, mas como costumo fazer o jantar a contar com o almoço dele, não vejo problema! :) Ai austeridade, a quanto obrigas. Isto faz-me lembrar os tempos de miúda em que o jantar era sopa e um ovo estrelado no pão. E olha que muitas vezes tenho saudades de um menú tão simples e maravilhoso!

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  8. se comerem bom peixe e carne uma vez ao dia isso será suficiente para as vossas necessidades por isso a sopa chega para o jantar. Concordo que os filhotes em fase de crescimento precisam de duas refeições completas.
    beijocas e que a par da poupança isso seja associado a uma boa saúde.

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  9. Eu faço quase isso aqui em casa, e só sou eu e a minha Aprendiz.
    Sopa e mais alguma coisa depois e já está.
    Chego tarde a casa e estar de volta dos tachos ás tantas da noite depois de um dia de trabalho é duro.
    Costumo ter rissois e bifes panados já prontos a fritar, arroz a massa feita e assim fica prático mesmo nos dias em que não temos sopa.
    Ao almoço sim acho que deve ser mais reforçado.
    Por isso concordo com tudo o que disseste.
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  10. Só não faço isso pois o levamos almoço no dia seguinte para o trabalho. Em casa dos meus pais desde sempre assim fizeram. Não acredito que fosse para poupar, mas por outras razões, devido ao hábito. Eu ficava óptima com uma sopa, sandes e fruta. Se ficava. E não o faria tanto por causa da crise, mas sim para poupar o tempo gasto a cozinhar ao fim da tarde. Esse tempo deveria ser gasto doutra forma!

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