domingo, 28 de agosto de 2011

Estou toda partidinha...

... Mas por boas razões!

Até ao último ano lectivo, a filhota estudava no quarto dela; mas entretanto passou a dividir o quarto com o irmão e este, por sua vez, passou a ter livre acesso ao piso de baixo da casa; por isso, eu e o maridito conversámos e achámos que seria melhor mudar o local de estudo dela para o primeiro andar, pois temos uma divisão cá em cima que funciona como "quarto de desarrumos"...

E temos andado a estudar o assunto, sabendo que:

- Não nos convém investir na compra de móveis, nomeadamente secretária, estante, etc.;
- A secretária que está no quarto dela, além de ter a estante acoplada, por voltas que se dêem, não passa na escada para o primeiro andar (nem desmontando);
- Temos montes de estantes cá em casa, devido ao meu trabalho - ocupadas, é certo, mas imensas;

Esta tarde resolvi passar do pensamento à prática; comecei por arrumar as estantes - tirar tudo, escolher coisas, limpar, voltar a arrumar... lá consegui desocupar uma estante.

A etapa seguinte foi ir ao "quarto dos desarrumos"; escolher umas coisas, arrumar outras, encaixotar mais umas quantas, empurrar coisas de um lado para o outro... lá arranjei um espacinho de jeito para enfiar a estante e a futura secretária da filhota.

3ª etapa: passar revista aos materiais escolares do ano passado e seleccionar os que ainda se aproveitam; esta correu bem - a filhota tem mochila, estojos, dossier, micas, lápis, canetas, afias, borrachas, tesouras, réguas, esquadro, compasso, papel de lustro, canetas de feltro, lápis de cor... enfim, basicamente só faltam cadernos, etiquetas para marcar os livros e eventualmente algum material mais específico pedido pelos professores (felizmente ela não é nem de estragar nem de perder muito o material!).

4ª etapa: arrumar todo o material que ainda está em condições na estante, já preparado para o início do ano lectivo; também já está tudo preparadinho.

Resumindo - estou fartinha de arrastar móveis para trás e para a frente, carregar quilos e quilos de livros e dossiers de um lado para o outro, experimentar canetas e afins e pelo meio ainda tratar de roupas, cozinha, comidas e tudo o mais que costumo fazer ao domingo! Sorte a do maridito, que como está a trabalhar conseguiu escapar-se; mas amanhã não se livra - vai estar de folga e por isso vai ter de se ocupar da parte 2: tratar de encontrar uma secretária para a filhota estudar; ainda não sei se consigo reutilizar alguma coisa que cá tenha em casa, mas o mais provável é ter mesmo de comprar uma secretariazita...; e já agora trata também da parte 3, que consiste em "despachar" o lixo todo que eu fui acumulando junto à porta da rua!

Quando o cantinho dos estudos estiver pronto eu mosto uma fotozita!


Bjinhos!!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A minha prenda de anos para mim própria

Sim, porque eu também mereço um presentito, certo??

Então, ofereci-me isto:







Um cachecol e umas luvas sem dedos, feitas por mim, claro, com as lãs oferecidas pelo maridito. O que acham?? Ficaram giras?


Bjinhos!!


O bolo... e a tarte!

Cá em casa é tudo doido; eu incluída; e como não me apetecia fazer nada, acabei a fazer uma tarte e um bolo... A tarte é de banana e o bolo é de chocolate; mas como não há bela sem senão, o bolo resolveu partir a desenformar. Solução?? colocar os bocados partidos no buraco central deixado pela forma... Ora vejam (embora as fotos estejam péssimas):

A Tarte

O Bolo

Como é óbvio, já nenhum deles está inteiro... os filhotes lá cantaram os parabéns (atabalhoados, mas os parabéns), apagaram as velas (sim, eu faço anos, mas eles apagam as velas) e trataram logo de atacar as goluseimas; tenho cá para mim que estão ambos jantados, tendo em conta a hora e a quantidade ingerida...

Uma curiosidade: o filhote, quando viu o bolo, disse que parecia um chapéu... :)


Bjinhos!!

O poder dos filhos

É uma coisa extraordinária!

Estava eu para aqui sem vontade nem forças para fazer nada, quando o meu filhote acorda da sesta. Diz ele:

"Pabéns Mãããããeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!!! Da'iel já acordou".

logo a seguir, põe a sua cara mais safada e malandreca e pergunta:

"tens bolo??? eu queo sopar velas..."

respondo eu: "não, amor, a mamã hoje não fez bolinho; pode ser amanhã???"

retruca ele: "manhã não! pabéns é hoxe! qué bolinho velas hoje!"


E pronto; lá vou eu para a cozinha fazer um qualquer bolo que o pequerrucho considere ser de aniversário...


Bjinhos!!

Selinho

A Caminhante, que é uma querida e me dá sempre imensa força, ofereceu-me este selinho. Eu sou meio despistada com estas coisas dos selos e volta e meia esqueço-me completamente de os publicar (não é por mal, é mesmo esquecimento...), por isso desta vez resolvi tratar do assunto antes que me esqueça!


Tem apenas uma regra - passar para 10 blogs; e essa é, normalmente, a parte mais difícil, mas cá vai:

Dona de Casa Actualizada

Pituxasilva (não podia deixar de ser!)

Sansra e a Vida de Casa

Lavores e Cia (também não podia deixar de ser!)

Comidinhas da Elsa

Bocadinhos de nós...

My Life My Closet

Gotas de Orvalho

(En)Cantos e Recantos

Eu também tenho um blog

E cheguei aos 10... mas gostava de oferecer o selinho a muitas mais meninas! Por isso, peço a todas as que quiserem que o levem para os vossos cantinhos :)

Bjinhos!!


Bolas, que já me estragaram o dia!

Realmente a minha família é extraordinária...

Ontem à noite desliguei o telemóvel, pois já estava à espera que me desatassem a ligar logo de manhã cedo. Bem pensado! Achava eu. O maridito não fez o mesmo.

Às 8h30 liga a minha sogra, para o telemóvel dele; começa logo com um "ainda estão a dormir???? Mas já são 8h30! Estou farta de ligar para si e nunca atende!" (isto depois de eu ter andado às voltas na cama até às 5h da manhã). E eu lá expliquei que tinha tido dificuldades em adormecer... sai-se ela - "pois, dorme de dia, é o que dá". Fiquei logo a ferver. Engoli o sapo e lá disse que não, não tenho nem nunca tive o hábito de dormir de dia; aliás, com dois filhos em casa, seria impossível; quanto muito fecho os olhos por 10 minutinhos a seguir ao almoço e mesmo assim é raro. Enfim. Lá me deu os parabéns da praxe e desligou - round 1 terminado.

Às 9h liga o meu pai:

ele - então, desligaste o telemóvel?
eu - foi para ver se conseguia dormir mais um bocadinho, passei mal a noite.
ele - ah, é só para te dar os parabéns. Quantos é que fazes???
eu - 37.
ele - pois, tás a ficar velha.
eu - ninguém caminha para novo... se bem que já fizeram um filme sobre isso.
ele - então e querem vir jantar?
eu - não, obrigada; o marido vai trabalhar à tarde e eu vou ficar por casa com a Bia e o Daniel.
ele - está bem; até é melhor, assim não me chateio e não gasto dinheiro.
eu - sim, é verdade.
ele - então tchau.
eu - tchau...

Fim do 2º round; estou à espera do terceiro, que muito provavelmente deve ser uma mensagem do meu sogro a fazer-se de coitadinho e a dizer que há anos que não vê os netos e a culpa é minha (mentira, não os vê porque não quer; nem sequer se deu ainda ao trabalho de conhecer o meu filhote; quando a minha mais velha tinha 3 anos expulsou-nos literalmente de casa dele - porque uma das irmãs do meu marido tinha tido um bebé e não se podia tocar à campainha porque ele podia acordar... -, nunca mais quis saber do filho nem da neta e como entretanto eu lhe disse algumas verdades, agora acha que tem o rei na barriga e que a má da fita sou eu).

Espero que a saga se fique pelos 3 rounds; não estou preparada para mais nenhum e se acontecer mais alguma coisa não me responsabilizo pelos meus actos.


Bjinhos!!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Aviso - Ninguém é obrigado a ler. Post de lamúrias, para não variar.

A escassas horas de fazer 37 anos, dei comigo a fazer um balanço da minha vida; tentei ao máximo fugir dele, por ter perfeita noção de que o resultado é bem mais do que negativo, no meu entender.

Não deveria ser; afinal, não tenho nem nunca tive medo de envelhecer, sempre tive muito respeito e admiração pelos mais velhos; tenho dois filhos maravilhosos, a minha própria casa, não falta comida na mesa (com alguma ginástica, mas não falta), andamos todos vestidos e calçados e estou prestes a completar 20 anos de relacionamento com o maridito - 7 de namoro e 13 de casamento.

Para muitas pessoas, o parágrafo anterior seria mais do que suficiente para se sentirem felizes (se bem que a felicidade é um conceito complexo, errático e normalmente difícil de atingir), realizadas e tranquilas na vida; e eu acho que para mim também deveria ser, mas não é.

E porquê?

Porque, desde miúda, sempre tive apenas um objectivo - ser financeiramente independente; nunca quis ser rica, nem ter empregados, nem ganhar totolotos ou euromilhões; queria, apenas e só, ter o dinheiro suficiente para pagar as minhas despesas sem depender de ninguém. E esse objectivo continua (e muito provavelmente continuará) por atingir.

Como já contei aqui no blog, a minha mãe faleceu quando eu tinha 12 anos; o meu pai não quis ficar comigo, pelo que foi a minha avó materna quem me criou, com muito custo. Embora houvesse um documento do tribunal que obrigava o meu pai a pagar os meus estudos e a dar uma determinada quantia por mês à minha avó para a minha alimentação e vestuário, esse valor era mínimo; tão mínimo, que a minha avó, como é óbvio, alimentava-me, vestia-me, calçava-me e, coitadinha, até me comprava umas prendinhas de vez em quando (que eu recebia, sempre de coração apertadinho, por saber que esse dinheiro lhe ía fazer falta a ela).

Quanto ao meu pai, raramente me telefonava; era sempre eu que lhe ligava para saber como ele estava e, invariavelmente, do outro lado da linha, ouvia: "Quê? queres mais dinheiro???"; com o passar do tempo, acabei por só lhe ligar mesmo quando precisava de dinheiro para material escolar (e mesmo assim evitava...)

Sempre fui boa aluna, com médias de 5 até ao 9º ano e de 16 ou 17 valores no secundário; nunca chumbei nenhum ano na faculdade, poucas cadeiras deixei para 2ª época e as que deixei foram sempre pensadas, de forma a garantir as melhores notas possíveis; aliás, poucos exames fiz, dispensei quase sempre através das frequências. Mas para o meu pai nunca chegou; as minhas notas eram sempre baixas; nunca me pagou os exames de 2ª época, apesar de eu sempre lhe ter explicado que os deixava para essa fase para poder melhorar notas. Acabei o meu curso em 5 anos, com uma média de 16 valores (não foram 17 por 1 décima, graças ao estupor do meu orientador de monografia, que resolveu embirrar comigo, não me orientar em nada e ainda dar-me nota mínima na apresentação da dita cuja). No dia em que acabei o meu curso, e de casamento marcado para daí a um mês e meio, o meu pai disse: "toma lá 500 contos. A torneira fechou."

Nesse dia caiu-me tudo ao chão; não que eu estivesse a pensar em pedir dinheiro ao meu pai ou viver às custas dele; se não o tinha feito até aí, não ía começar nessa altura de certeza. Mas essa frase, juntamente com todos os anos anteriores, condicionaram a minha vida. Enquanto os meus colegas, com notas de fim de curso bem mais baixas que a minha, foram fazer pós-graduações, mestrados, doutoramentos e afins, eu tive que ir trabalhar numa área completamente diferente da minha, e que detestava. Mas fui. E a reacção do meu pai foi: "pois, eu não te disse que o teu curso não prestava??? agora aguenta-te". Ele, que se relacionava (e relaciona) diariamente com dezenas, senão centenas de médicos, directores de hospitais, de clínicas, etc; ele, que não lhe tinha custado nada falar com um deles e arranjar-me colocação; e atenção, que não estou a falar de cunhas - com as minhas notas, os voluntariados que fiz durante a faculdade, o estágio (onde tive 19 valores, e só não tive 20 porque me "baldei" no relatório de estágio e o fiz às 3 pancadas) e uma série de formações feitas ao longo do curso, pagas do meu bolso, estava mais que qualificada para começar a trabalhar a nível da clínica privada (ou, muito sinceramente, em qualquer outra área da psicologia); bastava que alguém me desse a oportunidade para tal.

Mas não; ele não o fez; eu não lhe pedi; fui trabalhar, casei, não tive lua de mel (ainda hoje estou à espera de a ter, mas enfim), tive a minha filha, juntei dinheiro, fiz mais duas pós-graduações, uma de 1 ano e outra de dois, ambas profissionalizantes e arrisquei sozinha. Comecei a dar consultas e formação, investi num espaço próprio, cheguei a trabalhar 20h por dia, 7 dias por semana, ao mesmo tempo que lutava para educar a minha filha com todo o amor possível, manter a minha casa limpa e organizada, comida na mesa e ainda conseguir encaixar um tempinho para o maridito...

O meu pai?? Esse sempre disse que eu sou calona, que nunca trabalhei, que não sei trabalhar em equipa, que não tenho iniciativa e por aí fora.

Quando as coisas estabilizaram um pouco, resolvi ter o segundo filho; e tive; mas com ele vieram alguns problemas na gravidez, que me obrigaram a interromper a actividade profissional mais cedo que o esperado; e depois veio o problema das pernitas dele, com idas 3 vezes por semana para a fisioterapia no hospital e o respectivo acompanhamento permanente em casa, que condicionaram o meu tempo útil de trabalho; e depois veio a crise. E sem saber muito bem como, tudo aquilo por que eu tanto lutei para construir e assim concretizar o meu objectivo de ser financeiramente independentemente ruiu por completo.

E agora estou assim... Sem trabalho, sem capacidade de iniciativa, sem capacidade financeira para fazer seja o que for, sem forças para continuar a lutar, sem conseguir pensar sequer em recomeçar tudo do zero, na minha área ou noutra qualquer.

Sim, tenho os meus filhos, a minha casa, o meu marido, comida na mesa e roupa no corpo; segundo Mazlow, as minhas necessidades fisiológicas estão supridas; as necessidades de 2º nível, que dizem respeito à segurança nas mais diversas áreas, também estão satisfeitas, se bem que algumas delas a um núvel algo precário, nomeadamente as que respeitam aos recursos financeiros; chegamos então ao 3º nível; e aí é que a porca torce o rabo; quanto à família, Mazlow refere-se à família próxima mas também á família alargada; e aí, nada feito; relativamente à amizade, nem pensar... já nem com a minha melhor amiga falo porque pura e simplesmente não tenho assunto de conversa; e no campo da sexualidade,,, enfim, vai-se tentanto, mas sem vontade nenhuma. E daí para a frente, é sempre a descer colina abaixo.

É frustrante. É muito frustrante. É demasiado frustrante. Amanhã faço 37 anos. E dependo do meu marido para tudo; até para por gasolina no carro e ir a algum lado tomar um café; caramba, até para esse café eu dependo dele. Ainda estou pior do que aos 12 anos. E não sei como resolver esta situação. Não tenho forças para mais. E ainda tremo de medo, só de pensar que o meu pai pode descobrir a situação em que eu estou. Sim, por incrível que pareça, aos 37 anos de idade ainda tenho medo que me pelo do meu pai; aquele homem ainda me consegue levar a um choro compulsivo só de pensar nas palavras que podem sair da boca dele; porque magoam; magoam muito; porque me atiram ao chão; para dentro do mais pequenino buraco que eu conseguir encontrar. Porque ele é pai, mas age como carrasco. E eu gostava tanto de ter um pai, por um dois dias que fossem...

Pronto, fim das lamúrias.

Amanhã é outro dia. O maridito vai estar a trabalhar, mas eu espero acordar com coragem para, pelo menos, fazer um bolinho para lanchar com os filhotes; e se não der, paciência, será um dia igual a todos os outros.


Bjinhos!!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

"Bolinhas de cama"...

Alguém adivinha, assim à primeira, o que serão "bolinhas de cama" na linguagem do meu filhote??? Não, pois não?

Está bem, então eo mostro-vos...



Pipocas!!!

E a história é esta - cá em casa, de vez em quando, eu, o maridito e a filhota gostamos de comer umas pipocas enquanto vemos um filmezito; e, por norma, os filmes são vistos à noite, na caminha... No outro dia, eu e a filhota estávamos em "sessão cinema" no meu quarto quando o pequenito nos surpreendeu e viu as pipocas...

Pois ontem à noite, quando o deitámos, vira-se para mim e pede "bolinhas de cama"... Haviam de ver a minha expressão, sem fazer a menor ideia do que seriam as ditas bolinhas! Pois tive que o por no chão, para ele me explicar; e o tipo não faz mais nada, vai direito à despensa, aponta para o frasco do milho e, com o ar mais safado e convencido do mundo, vira-se: "mãe, bolinhas de cama!!!! eu quero!!!"; é óbvio que nos desatámos todos a rir... e lá saíram umas pipocas para comer na caminha da mãe!


Bjinhos!!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Uma Brincadeira!

Aqui há tempos andava nas minhas voltinhas pela internet e encontrei uma imagem que me inspirou; de tal forma, que a guardei no pc e, volta e meia, abro-a, só para ler a frase vezes sem conta.

Hoje, estava a olhar para ela quando me lembrei de a carregar no fotoflexer e brincar um bocadinho!

A imagem original é esta (peço desculpa, mas quando a guardei não era com intenção de publicar e esqueci-me de guardar o link...)


Eu brinquei com ela e criei esta:




Bem, independentemente da imagem, para mim o importante é o que está escrito.


Bjinhos!!

Primeiros trabalhos com as novas lãs!


Como não podia deixar de ser, comecei pelas coisitas para a filhota - uma bóina, umas luvas sem dedos e um cachecol/gola, feitos com a lã especialmente comprada para ela. Nunca tinha feito luvas nem bóinas, mas para primeira tentativa não ficaram nada mal; a pequenita adorou, diz que quando começar o frio vai "fazer estilo" na escola!

Os modelos são todos muito simples; o cachecol foi feito "ao sabor do vento"; a bóina a partir deste modelo; e as luvas a partir daqui; tudo com as necessárias adaptações ao tipo de lã que utilizei.


Mas... Também já fiz esta malinha, se bem que ainda falta por o forro e o fecho; ainda não sei se vou ficar com ela ou não, quando estiver totalmente pronta logo decido:


Retirei o modelo daqui e acrescentei as alças à minha maneira.


Espero que gostem e, porque não, que se inspirem!


Bjinhos!!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O dia da filhota

Eu tento, de vez em quando, proporcionar à minha filhota um dia só nosso. E hoje foi o dia!

Quando ela acordou, perguntei-lhe se ela queria passar o dia só comigo; ela disse logo que sim e nem me deixou perguntar o que é que ela queria fazer! disse logo que queria ir almoçar ao Fórum Montijo e ver o filme dos Smurfs.

E lá fomos; almoçámos pizza (escolha dela), depois estivemos um bocadinho na esplanada a fazer tempo até à hora do filme, vimos o filme, comemos um geladinho e ainda vimos as montras todas que ela quis.

Por volta das 17h30 ela pediu para vir para casa... disse que estava com saudades do mano!!! lá voltámos, com ela de sorriso gigante; atrelou-se ao irmão assim que chegámos... só o largou agora depois de jantar, porque ele pediu para ir para a camita!

Mas porque estes dias não são só de paródia, aproveitei para ter "A Conversa" com ela... vocês sabem, aquela sobre rapazinhos e namoricos e bebés e por aí fora... ela estava um bocadito envergonhada, mas aceitou bem o tema, fez as perguntas todas que quis e ficou com a certeza que a mãe está e estará sempre disponível para lhe tirar todas as dúvidas e ouvir o que ela tiver para dizer.

Eu acho que foi um dia muito bem passado e produtivo para o desenvolvimento dela; só espero que ela ache o mesmo!


Bjinhos!!